Escola Superior de Educação Politécnico de Coimbra
ESEC Politécnico de Coimbra
A ESEC
Estudar
Investigar / Transferir
Menu secundário

Ciclo de Seminários em Gerontologia Social

Sexta, 22 Junho, 2018

Entre os dias 20 de abril e 22 de junho de 2018, decorrerá na ESEC o Ciclo de Seminários em Gerontologia Social, que se realizará no âmbito da unidade curricular de Seminário I do Curso de Mestrado em Gerontologia Social.

Para este Ciclo de Seminários serão convidados oradores com currículo relevante e que desenvolverão temas de referência para os futuros e atuais profissionais e alunos da área de Gerontologia Social.

Destinatários

  • Estudantes do Mestrado em Gerontologia Social
  • Estudantes da Licenciatura em Gerontologia Social
  • Toda a comunidade estudantil
  • Público em geral 

Inscrições

Caso pretenda obter certificado com as sessões em que participou, deverá efetuar a sua inscrição (apenas uma vez para todo o Ciclo de Seminários) e respetivo pagamento.

Inscrição com certificado | 5 euros

  [Guia de Apoio à Inscrição]

Próximas sessões

22 de junho 2018

(mais informação brevemente)

Sessões anteriores

20 de abril 2018 

Música no envelhecimento

Cristina Faria

Sinopse

O envelhecimento acarreta uma série de alterações físicas, fisiológicas e psíquicas que podem comprometer as respostas dos indivíduos às solicitações do quotidiano. 

A música tem a capacidade de contribuir para manutenção da vivacidade da atividade cerebral e de “tocar e moldar” as emoções humanas, podendo, nas idades mais velhas, representar uma forma de autocontrolo expressivo e também de forte atuação nas próprias funções cognitivas, o que contribuirá para a manutenção da qualidade de vida nesta faixa etária. Por outro lado, a própria prática musical conjunta pode trazer aos processos de relacionamento social. É assim, de extrema importância o trabalho musical com indivíduos mais velhos.

Neste seminário pretende-se abordar questões sobre a pertinência da utilização da música em atividades com a população sénior, bem como sugerir métodos, estratégias e materiais que podem ser adotados para a realização dessas atividades.

Oradora

Cristina Faria é Doutora em Ensino e Psicologia da Música pela Universidade Nova de Lisboa.

Investigadora no CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) da Universidade Nova de Lisboa, desde 2009, no âmbito da Educação e Desenvolvimento Humano, tendo vindo a participar e orientar vários projetos nesta área.

Diretora Cultural do Instituto Politécnico de Coimbra.

Docente da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC) desde 1989, onde tem lecionado diversas unidades curriculares nas áreas da Teoria, Prática e Didática Musical, Prática Vocal para Teatro e Comunicação Social, Conceção de Projetos de Artes e Música Comunitária, sendo responsável pela orientação de estágios neste domínio.

Formadora em “Didática da Expressão e Educação Musical” e em “Boas Práticas na Utilização da Voz para professores, comunicadores e atores”.

Autora e diretora musical em várias peças de Teatro.

4 de maio de 2018

Formar para a Sensibilização: A População Sénior e o Cenário Rodoviário

Fátima Pereira da Silva
Pedro Miguel Silva

Sinopse

Dados demográficos apontam para uma realidade inquestionável: o aumento da população sénior nas próximas décadas. Consequentemente, o número de idosos nas estradas europeias e em Portugal tende a aumentar. Se esta faixa etária é já considerada uma das mais sensíveis em termos de acidentes nas estradas, envolvidos em acidentes de trânsito, o risco de ferimentos graves é consideravelmente maior devido à vulnerabilidade física.

Este seminário tem por objetivo consciencializar quadros superiores e peritos de Gerontologia Social para a importância da sensibilização da população sénior numa lógica formativa e preventiva no âmbito da condução automóvel e do cenário rodoviário.

Alguns factos e números

À medida que o sénior perdem a agilidade a probabilidade de ser morto como peão é mais do dobro relativamente à população e geral

Em cada cinco pessoas que morrem nas estradas europeias uma situa-se entre os 65 anos ou mais. No entanto, estima-se que até em 2050 uma em cada três mortes seja de uma pessoa sénior, se os comportamentos preventivos e o seu nível de segurança não aumentar.

A taxa de mortalidade dos 65-74 anos é cerca de duas vezes maior que a dos 30-64 anos de idade. A taxa de mortalidade ainda é oito vezes maior para os mais de 75 anos.

Os condutores mais idosos têm mais dificuldade em avaliar a velocidade. A partir dos 45 anos, a maioria das pessoas necessitam de óculos para avaliar a distância ao perto e ao longe o que se reflete necessariamente no seu comportamento como agente participativo do cenário rodoviário.

Conteúdos Programáticos

1. Enquadramento

2. Contexto Europeu e Nacional relativamente à sinistralidade com população sénior

3. O sénior como condutor e como peão- Fragilidades e características

4. Avaliar capacidades e competências

5. As novas tecnologias dentro do veículo e os condutores séniores

6. Dos programas existentes às potencialidades de novas iniciativas de sensibilização

18 de maio 2018

TECNOLOGIAS DE APOIO AO ENVELHECIMENTO: exemplos práticos de Active and Assisted Living

Diana Raquel Marques Guardado

Oradora: Diana Raquel Marques Guardado é Gestora de Ecossistema de Inovação no Laboratório de Automática e Sistemas do Instituto Pedro Nunes (IPNlas), onde desempenha funções desde 2010. É responsável pela dinamização do Ecossistema de Inovação em Saúde, ligando empresas e cidadãos com particular interesse em Active and Assisted LivingeHealth e MedTech.  É Mestre em Tecnologias de Informação Visual pelo Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra. Tem formação em Acessibilidade Digital pela Universidade de Southampton, participou em ações de validação de escalas de usabilidade e é membro ativo de vários projetos nacionais europeus relacionados com AAL (Active and Assisted Living). Diana Guardado atualmente é também gestora do projeto HeaLIQs4Cities (EIT Health Campus), que tem como principal objetivo promover estilos de Vida Saudável e divulgar instrumentos tecnológicos de startups locais. Foi gestora de Marketing e de Comunicação do AAL Fórum 2017: a mais importante iniciativa europeia que reúne a comunidade AAL.

Resumo: Diálogo e reflexão acerca da utilização de tecnologias de apoio ao envelhecimento ativo e assistido. Apresentação de resultados obtidos em experiências anteriores através da interação com utilizadores finais reais.

Metodologia: De caráter teórico-prático, nesta sessão pretende-se apresentar metodologias utilizadas para a implementação de testes de usabilidade com utilizadores finais e formas de avaliação de resultados. O debate de perspectivas na utilização destas tecnologias será enriquecido através da interação dos participantes e do know-how adquirido através de experiências anteriores com idosos.

8 de junho 2018

Importância das Organizações da Economia Social

José Manuel Rodrigues Maria

Sinopse

  • As respostas sociais existentes no distrito de Coimbra;
  • As Instituições do distrito de Coimbra;
  • O impacto dos investimentos das instituições da economia social;
  • As Taxas de cobertura das respostas sociais existentes no distrito;
  • Os instrumentos contratuais de atendimento e acompanhamento social no distrito;
  • Os Programas de luta contra a pobreza.

15 de junho 2018

Neuropsicologia no Envelhecimento

Sara Gordo

 Sinopse

- Conceito de Neuropsicologia;

- Neuropsicologia aplicada ao Envelhecimento;

- Envelhecimento Normal e Patológic;

- Avaliação e Intervenção Neuropsicológica:

a)     Funções Biológicas (neuroanatomia e neurofisiologia)

b)     Funções Cognitivas (linguagem; função motora; memória; atenção/concentração; perceção/associação; orientação temporo/espacial; funções executivas e suas implicações no Declínio Cognitivo Sem Demência e nas Demências

c)      Funções Emocionais (exprimir e gerir emoções e suas implicações na Psicopatologia (por exemplo: depressão, ansiedade, psicose, controlo de impulsos)

d)     Funções Sociais (relações intra e intersistémicas e suas implicações no isolamento, apoio sociofamiliar e institucionalização)

- Relação entre Envelhecimento e a Institucionalização.

‹ Voltar